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Diário de Classe Antonio Arnoni Prado Apresentação: Vilma Arêas “Se considerarmos a farsa como o limite máximo da comédia e a tragédia como seu oposto, podemos afirmar que este Diário de Classe, de Antonio Arnoni Prado, escorrega de um extremo a outro, sem evitar os tons estridentes ou sombrios do grotesco, do deboche, do riso bruto. É essa disposição que aproxima Diário de Classe do gênero amplo e fugidio da sátira, que nem sempre faz rir e muitas vezes provoca arrepios de repugnância e horror. Nesta peça os raros momentos de delicadeza esbarram na sentimentalidade e são absorvidos por ela, constituindo uma trapaça ou um engano, que é a chave de todo cômico. Contudo as surpresas não param aí..." Vilma Arêas
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